Como modelos dinâmicos de gestão de inventário tem auxiliado empresas a liberar capital de giro

Os pontos positivos de se ter um estoque enxuto já são de domínio comum da maioria das empresas. De fato, uma das principais metas dos profissionais de supply chain é reduzir ou manter o nível de estoque em um patamar que não prejudique o caixa da empresa.

O que muitas companhias não sabem, no entanto, é como reduzir inventários de forma a não prejudicar o nível de serviço. Uma simples redução geral ou mesmo proporcional às vendas, pode ser prejudicial à disponibilidade de produtos e gerar perdas em vendas que em alguns casos é irrecuperável.

Na vanguarda da gestão de inventário, há empresas usando modelos mais avançados para setar objetivos de inventário que têm obtido grandes ganhos. A migração de uma política de cobertura paradrão para modelos mais dinâmicos, que consideram previsibilidade do produto e tempo de resposta dos fornecedores, chega a reduzir em mais de 30% o seu inventário. Este resultados podem divergir por empresa, mas é um fato comum que os valores impactam diretamente na diminuição do capital de giro das empresas.

Os modelos dinâmicos buscam um nível serviço maior para produtos não apenas mais rentáveis como também mais previsíveis. Ou seja, o inventário é proporcionalmente maior para produtos com alta lucratividade e mais fáceis de prever. Já produtos com menor margem e maior dificuldade de previsão, tem um objetivo menor de taxa de serviço, o que possibilita uma maior redução de inventário.

Quer saber mais sobre modelos dinâmicos de gestão de inventário e como aplicá-los na sua empresa? Procure um especialista da genoa em contato@genoads.com.br.

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